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Mostrando entradas de noviembre, 2023

NaDo (A Coruña): somos o verán, irmao

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Se David Mella traballara en NaDo diría: “Somos o puto verán, irmão”. Verán xantamos hoxe. Bonito, tomate, boquerón, escarola, sardiña*, pementos de Padrón, mexillóns, lumbrigante... Mola a nova estrutura de menús de NaDo. Hoxe foron os grandes clásicos - caeu a vieira con holandesa, por suposto; e, por suposto, tamén o flan - e peixe á grella para rematar a función: un tremendo rodaballo que ben podería ter sido un ollomol. Bos viños na carta: escollemos o fantástico Acios da Xesteiriña e unha pineau d’aunis do Loira, Galicia en Francia. Dicía Iván Domínguez : “Como non me decatara antes.” Iso, como non se decatara antes... 😉 (*) Mira que son pouco de gilda, pero esta... Ver esta publicación en Instagram

Fame Osteria e Makoto-san: despedindo dois dos grandes de São Paulo

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Segue o percurso de despedida de São Paulo. Dessa vez, o lugar onde eu melhor tenho comido na cidade, o Fame Osteria de Marco e Erika Renzetti. Um jantar que resume perfeitamente o que acontece em essa casa: a intensidade e equilíbrio do arroz com camarão e tutano; a capacidade de evoluir continuamente o menu representada em uma garoupa notável; mas também de manter os essenciais, os agnolotti in brodo que ficaram no meu cérebro desde a primeira visita. Que lugar! E, depois, esse templo do maguro que é o Makoto-san . No seu cantinho da Vila Mariana, consegue a difícil sensação de estar curtindo um omakasé de nível no comedor da tua casa, da familiaridade que se gera. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Manoel Foucellas (@manoelfoucellas)

Nueva escapada a Madrid: Bistronómika y Coque

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Nueva escapada a Madrid en noviembre de 2023. Tras el anterior de hace un par de días, en este segundo post llegan los platos fuertes. Qué gran lugar Bistronómika para tomar cosas del mar desde el respeto total al producto y sin dejarse un ojo de la cara. Las kokotxas (también en tempura), la gamba roja a la brasa o en tartar, el pescado del día en su punto exacto, la cecina (bueno, vale, no es exactamente marisco... 😉). Y Coque logra que cuatro horas se pasen a toda velocidad. Da igual que sea cochinillo o atún, producto apenas tocado o totalmente transformado, en la espectacular bodega o en la mesa: el nivel no baja en ningún momento. Y hablando de nivel, los vinos gallegos marcando presencia. Un lujo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Manoel Foucellas (@manoelfoucellas)

Cais e Charco: dois dos grandes de Sao Paulo

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Menos de dois meses para finalizar a nossa estadia maravilhosa em São Paulo. Está a gente revisitando aqueles restaurantes que tão bem nos fizeram comer esses três anos. Os dois últimos foram o Cais e o Charco , dos cracks Adriano de Laurentis e Tuca Mezzomo . O primeiro, referência do peixe na cidade; o segundo, técnica depurada. Olhete, lula, alho poró, lingua, polvo, frios, alface, alcatra, robalo... Tudo melhora nas suas mãos. Uma menção especial para os vinhos da Vanessa K Medin !!! Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Manoel Foucellas (@manoelfoucellas)